O evento acontece das 10h às 13h, no Sintronac Niterói, na Rua Marechal Deodoro, 74
O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Região vai promover, neste sábado (22), o seminário “Todos Contra o Feminicídio”, em Niterói. O encontro vai ter como foco a conscientização, a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher. O evento acontece das 10h às 13h, no Sintronac Niterói, na Rua Marechal Deodoro, 74.
O seminário reúne profissionais de diferentes áreas para ampliar o debate sobre proteção, acolhimento, informação e combate às diversas formas de violência de gênero. A programação conta com palestras de Maura Miranda, secretária de Assuntos das Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV); Ester Di Risio, psicanalista; Dra. Clarissa Costa, advogada; Marcela da Glória, especialista em Oratória e PNL; Thaiana Ivia, da Secretaria da Mulher de Niterói; e Bianca Areias, Miss Brasil e designer de interiores.

Segundo o presidente em exercício do Sindicato dos Vigilantes, Paulo Henrique de Jesus, a entidade pretende ampliar o debate sobre questões sociais que afetam a categoria e toda a sociedade.
“Esse seminário é uma contribuição do Sindicato dos Vigilantes para ampliar o diálogo e reforçar que nenhuma mulher deve enfrentar a violência sozinha”, afirmou.
Paulo Henrique também destacou que o enfrentamento ao feminicídio exige a participação de toda a sociedade.
“O combate ao feminicídio não é uma responsabilidade apenas das mulheres. É um dever coletivo, que exige informação, acolhimento, denúncia e participação de toda a sociedade. O sindicato entende que também tem papel nesse processo, porque defender a vida e a dignidade das mulheres é defender justiça social”, completou.
O evento também pretende ampliar o acesso à informação e orientar a população sobre os canais de denúncia. Em casos de violência contra a mulher, o 180 oferece orientação e recebe denúncias em todo o país.
O seminário conta com apoio da CNTV e da Federação Interestadual dos Trabalhadores Vigilantes. Para Paulo Henrique, iniciativas como essa ajudam a romper o silêncio em torno da violência contra a mulher.
“Quando promovemos um debate como esse, estamos ajudando a romper o silêncio que muitas vezes cerca a violência contra a mulher. O feminicídio é o ponto mais extremo de uma sequência de agressões, ameaças e violações. Por isso, falar sobre prevenção é fundamental”, concluiu o presidente.
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