Eventos temáticos aconteceram nesta quarta-feira, no Partage Shopping e no Zé Garoto
A Prefeitura de São Gonçalo para entrar no clima de folia, realizou, na tarde desta quarta-feira (11), dois bailes de Carnaval inclusivos. Os eventos ocorreram no Partage Shopping, no Centro, e na Arena Zé Garoto, voltados para pessoas com deficiência e com transtornos mentais.
No shopping, a Subsecretaria da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Assistência Social proporcionou o “PCD Folia”, que garantiu muita animação para os usuários dos equipamentos inclusivos e ONGs do município. O público utilizou diversas fantasias, participou de brincadeiras e dinâmicas em grupo com a animadora Silvana Pinheiro.

“Sabemos que, muitas vezes, pessoas com deficiência não participam das brincadeiras de carnaval por conta de uma série de situações: exclusão, falta de acessibilidade, dificuldade de locomoção, dentre outros motivos. Sendo assim, queremos, através dessa iniciativa, fazer com que nossos foliões com deficiência tenham a oportunidade de encherem o coração da alegria que essa época proporciona a todos”, disse Cristiano Moreira, coordenador de Acessibilidade e Inclusão da Subsecretaria da Pessoa com Deficiência.
Na Arena, a festa foi realizada pela Secretaria de Saúde, através da coordenação de Saúde Mental, e estiveram presentes dezenas de pessoas atendidas nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e CAPS AD, nas Residências Terapêuticas e nos ambulatórios de saúde mental. Os participantes curtiram muitas marchinhas de carnaval, danças e receberam kits com preservativos para proteção durante a folia.

“O Bailinho de Carnaval da Saúde Mental tem o objetivo de incluir os usuários do Programa Municipal de Saúde Mental nas festividades coletivas e culturais brasileiras, promovendo a socialização entre os usuários dos diversos dispositivos e o acesso aos meios de manifestação livre dos talentos e produções que os pacientes fazem nas oficinas terapêuticas dos CAPS. Os usuários se sentem muito à vontade quando lhes são oferecidos espaços para que apresentem seus talentos e possam também mostrar suas potencialidades enquanto sujeitos. Enfim, o Bailinho não é apenas um momento de descontração e socialização, mas configura também uma das estratégias terapêuticas de cuidado em saúde mental do Programa”, destacou Elaine Xavier, coordenadora da Saúde Mental.
Foto: Renan Otto
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